O que é a Neurolinguística

 

 

A PNL - Programação Neurolinguística nasceu nos anos 70, no Rancho Santa Cruz, Califórnia, Estados Unidos da América. Richard Bandler, estudante matemática e informática, e John Grinder, professor de linguística, tinham um interesse em comum: achar formas mais eficientes de terapia. Investigaram os métodos dos terapeutas de sucesso da época e tomaram como referência o psicólogo da gestalt Fritz Perls e a terapeuta de constelações familiares Virginia Satir. Bandler e Grinder estruturaram então os Padrões de Linguagem e os métodos dos dois profissionais, mas mais tarde foi-lhes indicado um outro psiquiatra e hipnoterapeuta, Milton Ericksson, do Arizona, que usava outro tipo de métodos e linguagem específica de grande eficácia. O puzzle ficou então completo. O que até aí se chamava de Meta passou a chamar-se de PNL - Programação Neurolinguística.

 

Mas a PNL é mais do que Padrões Linguísticos, pois a Modelagem e o estudo da Experiência Subjectiva do ser humano assumem papéis de peso em toda a metodologia. A nossa experiência nunca é objectiva, pois a realidade não é aquela que traduzimos nas nossas palavras nem é o que sentimos. É fruto da interpretação que damos ao que vivenciamos, o que confirma a subjectividade das nossas experiências. Daí que duas ou mais pessoas podem viver a mesma experiência, na mesma circunstância e num igual espaço temporal, e a sua experiência ser diferente.

A partir deste ponto, fica a certeza de que podemos afinal trabalhar as nossas experiências porque elas são internas. Podemos reformulá-las, reinterpretá-las, ressignificá-las. Através da Linguagem e da Modelagem, podemos operar transformações intencionais e construirmos uma vida mais completa.

 

A partir dos anos 80 do século passado, a PNL continuou a desenvolver-se por todo o mundo e tem tido contribuições de peso para a sua evolução e desenvolvimento. Destacam-se nomes como Judith Delozier, Robert Dilts, Steve Andreas, Anthony Robbins, Tad James, Byron Katie e muitos outros.

 

 

 

Basicamente, a PNL ensina-nos a tomar consciência de que a nossa experiência do mundo não é o mundo e que a nossa percepção é influenciada por filtros tais como as Crenças, Valores, Convicções, Memórias, etc., e expressa-se em forma de linguagem. A linguagem, que é um código que usamos para nos expressarmos, é também um filtro que Omite informação, Generaliza ou Distorce a nossa experiência.

O conhecimento destes processos da nossa Experiência Subjectiva permite-nos um maior conhecimento da maneira como nos conectamos connosco e com os outros e oferece-nos toda uma tecnologia para um maior autoconhecimento, perceber de forma mais explícita a linguagem do outro e o que ele quer comunicar, desenvolver a flexibilidade necessária para enriquecer as nossas próprias escolhas e assim atingir mais facilmente os objectivos que nos propomos realizar. Podemos então falar de Programação ou Reprogramação da nossa mente tendo em conta aquilo que queremos e consideramos ser sucesso.

 

A evolução da Neurolinguística partiu da terapia e transformou-se numa Metodologia de Comunicação que se aplica hoje ao desenvolvimento pessoal e profissional, às relações e interacções humanas, à arte do ensino, à liderança, à saúde, à performance no desporto, à eficácia das vendas e do marketing. Tornou-se uma metodologia poderosa de Coaching.

Assim, não será exagero algum afirmar que a Neurolinguística como metodologia de comunicação chega a todas as áreas do relacionamento e actividade humanas.

O sucesso da Neurolinguística deve-se à tecnologia desenvolvida ao serviço da melhoria da auto-imagem, do apuramento da percepção, do controlo emocional, do aumento da motivação, do aperfeiçoamento da capacidade de foco, do desenvolvimento da flexibilidade e da comunicação. E mantém ainda hoje uma melhor eficiência na área de terapia emocional.


 

 

As 4 abordagens da PNL consideradas mais importantes

 

  • Estudo da estrutura da Experiência Subjectiva, que é o estudo dos processos pelos quais pensamos o que pensamos, sentimos o que sentimos e agimos como agimos. O essencial aqui é a descoberta dos processos inconscientes que formam a totalidade das nossas sensações, pensamentos e acções;

 

  • Modelagem da excelência humana, ou seja, o que alguém é capaz de realizar de forma excepcional, qualquer outra pessoa, em princípio, será capaz de fazê-lo também, desde que esteja disposto a empregar a mesma estratégia mental e física. O foco desta abordagem é na construção de modelos copiados de pessoas consideras excepcionais na realização seja do que for, falar em público, persuadir, inspirar, ser feliz, liderar.

 

  • Tecnologia de comunicação connosco e com os outros. Concentração nos processos como construímos para nós próprios as mensagens de sucesso ou de fracasso, de esperança ou desespero; de como interpretamos o mundo e como reagimos aos outros com as nossas mensagens verbais e não verbais.

 

  • Atitude na vida. A posição que nos dispomos a tomar na vida. Vamos ao volante? Assumimos a nossa responsabilidade? Ou integramos a multidão à mercê de vontades alheias e culpando outros de todos os mal-estares da nossa situação? Estamos do lado da Causa ou do lado do Efeito? Somos responsáveis ou somos vítimas? A atitude alarga-se também à curiosidade, à iniciativa, à descoberta, à flexibilidade e à disposição que temos ou não para crescermos continuamente.

 

NEUROLINGUÍSTICA
Independência - Autonomia - Liberdade
Global Standards
- Modificar comportamentos - Programar o Sucesso - Arrumar o Passado - Organizar o Presente 

- Projectar o Futuro - Tratar Fobias - Reformular Emoções

 

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