'Painel de instrumentos' emocional

April 23, 2018

Se sabe exactamente o que sente, a causa, a consequência e a forma

como gerir o seu estado interno, digo-lhe que sabe viver melhor

e será um exemplo para os que o/a rodeiam

 

A universidade e Yale, nos EUA, desenvolve a inteligência emocional na área do ensino, promovendo junto dos professores e dos alunos uma superior consciência da dimensão das emoções na vida e preparando assim seres humanos mais emocionalmente equipados desde a pré-escolar até à faculdade.

 

 

A maior parte das vezes dizemos que estamos «bem» quando a nossa cara mostra o contrário. E o outros sentem-no. Talvez mais do que nós mesmos.

 

A imagem ao lado é uma das formas mais intuitivas de ilustrar de que emoções se trata e como elas se manifestam no corpo e na expressão. 

Algo importante nesta imagem é que não há quadrante ou imagem negativa ou positiva. Todas são válidas e representam um estado que devemos reconhecer. 

 

Não se trata de reprimir ou apenas achar válidos estados como a felicidade, o entusiasmo, o êxtase ou a excitação. Passamos por todos eles e são o que são, dando-nos informação preciosa não de como estamos, as causas e as consequências, mas também do que podemos fazer para moderar, atenuar ou alterar padrões. 

 

Se precisamos de energia forte para debate, para persuasão ou dinâmicas de grupo, desenvolvemos estados do quadrante superior esquerdo. Para reflectir, escrever, confessar ou até dar-nos colo, trabalhamos o quadrante inferior esquerdo. 

Se estamos a viver estados zen, de calma, de consenso, de tranquilidade e de bem-estar geral, então situamo-nos no quadrante inferior direito. Por fim, para brainstorming, inspiração, motivação e gerar possibilidades, melhor trabalhar estratégias para sentirmos mais o quadrante superior direito. 

 

Todos os estados são úteis. Em termos de padrão, dir-lhe-ei que será melhor e mais adequado conseguir estar mais tempo no quadrante superior direito, aquele que o levará mais vezes a visualizações criativas, a gerar possibilidades.

 

Mas para isso, é necessário que tenha autoconsciência sobre o que se passa consigo e assim começar a consultar o «painel de instrumentos» dos seus estados internos, criando um mapa exacto dos acontecimentos dentro de si, o que querem dizer, qual a causa, quais são as consequências e formas de as gerir

 

Para saber o que fazer e como fazer, consulte o nosso programa de 16 horas ou o workshop de 3 horas

 

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