A JD

  

Desenvolvimento do potencial humano. Trabalhamos com pessoas, individualmente e em grupo. Produção de ferramentas práticas de Coaching e de Neurolinguística para profissionais e não profissionais. Produção e edição de livros. Ligação à ACC - Associação de Coaching e Comunicação, sob os standards definidos internacionalmente. Certificações em Coaching e Neurolinguística, trainings em Liderança e Inteligência Emocionalworkshops, palestras e consultoria individual. 

 

Uma história marcada por variadas experiências, mudanças e transformações. Identificamo-nos com a ideia de que o desenvolvimento pessoal determina quase tudo o que fazemos ao longo da nossa existência e tem relação directa com os resultados que obtemos.  

Jorge Dias

Coach, Trainer, Autor, Editor

 

Fundador da JD communication e da editora Leading News, focado no Coaching e na Liderança

jd@jdias.org
91-3254041
American Board
of Neurolinguistic Programming

Dedicado em exclusivo ao desenvolvimento de ferramentas e programas de Coaching, de Liderança e de Inteligência Emocional, desenvolve actividade, em parceria com a ACC - Associação de Coaching e Comunicação, com o centro de empresas Maquijig e com a Escola Superior de Tecnologia do Barreiro.

 

Trabalhou para cerca de 16 empresas em diversas áreas, da indústria química à comunicação social. Trainer certificado em Programação Neurolinguística (PNL) e Coaching pela NVC Consulting (EUA), membro da ABNLP - American Board of Neurolinguistic Programming, Trainer oficial da ACC - Associação de Coaching e Comunicação. Paixão pela Liderança e gestão de pessoas. Após ter realizado pós-graduação em RH, integrou no ano seguinte o mestrado de raiz na mesma área. Teve uma passagem breve pela consultoria empresarial nas áreas do clima organizacional, diagnóstico de liderança e do índice potencial motivador.

 

É autor dos livros O Lado Negro do Bom Nome, O Lado do Bom Nome, 7 Metáforas Para a Mudança, Diana, o Mestre e a Mudança e dos 5 exemplares da colecção QV - Qualidade de Vida. O desenvolvimento da autoconsciência é o fulcro do bem-estar e o grande propósito é divulgar a experiência e o conhecimento adquiridos a todos quantos procurem melhorar.

- Licenciatura em Sociologia pela Universidade Moderna

- Pós-gradução em Gestão de RH pelo ISCTE-IUL Business School

- Mestre em Gestão de Recursos Humanos pelo INDEG, ISCTE-IUL Business School

- Coach Certificado pela NVC Consulting, Espiral Dinâmica (programa de 1 ano)

Trabalho final de mestrado no sistema prisional, no âmbito do projecto PGISP (Projecto Gerir para Inovar os Serviços Prisionais, apoiado pela UE, Governo português, INDEG-ISCTE, Global Change), coordenado pela Dra. Paula Vicente.

Nesta perspectiva, o investigador e professor do INSEAD, o holandês Manfred Kets de Vries, foi a inspiração e a orientação da investigação no terreno e teve influência capital na compreensão das pessoas e dos processos organizacionais através de uma abordagem integrada da Psicologia, da Gestão e da Inteligência Emocional. Propósito: Criar condições para a construção de Organizações Autentizóticas.

Jorge Dias

O que faço hoje na vida é a consequência das vivências que tive ao longo

da minha existência. Talvez a maior influência tenha sido a do mundo do trabalho, que me trouxe uma curiosidade imensa sobre como lidar com pessoas, principalmente nas organizações, quando supostamente agrupadas em torno de um propósito. 

O meu maior desafio na infância foi lidar com as emoções. Era tímido e muitas vezes achava-me inadequado, mesmo apesar do feedback positivo que recebia. Era incluído nas brincadeiras, era chamado para actividades, interessavam-se por mim. Ainda assim, vivia numa espécie de agorafobia permanente.

A par destes sintomas, tive sempre a energia suficiente para seguir em frente e atirar-me, por assim dizer, a novas experiências. No desporto, o hóquei em patins, na universidade a sociologia, na escola de gestão do ISCTE a gestão de recursos humanos, no campo profissional na direcção

de produção e na fundação de empresas de comunicação social.

Fui descobrindo muito de mim, mantendo porém uma enormidade de dúvidas que me fez continuar a ter curiosidade e procurar conhecimento

e somar mais experiências.

Finalmente, já na posse de conhecimentos e prática de gestão de pessoas

e de coaching, em 2008 começa uma fase disruptiva na minha vida. A empresa altera a administração e desde logo é iniciado um processo tóxico e agressivo de abordagem aos colaboradores. Ao mesmo tempo, na minha vida pessoal há uma separação a decorrer. Em 2009, tudo acontece em dois meses. Saio da empresa e a separação também é concretizada.

Por essa altura já apresentava sinais evidentes de burnout e de atitudes compulsivas. Tudo era urgente, tudo tinha de acontecer como queria, tudo era motivo de grande agitação e desconforto emocional. O paradigma tinha de ser mudado. E o paradigma mudou. A trabalhar nas emoções. Um processo longo de autoconsciência para reconhecer memórias e emoções, aceitá-las, aceitar as experiências como tal, retirar aprendizagens, focar-me em alternativas, formas mais funcionais para viver. 

Hoje olho para trás e o que está lá é uma silhueta do que foi o Jorge. Hoje dedico todo o meu tempo a passar experiência e conhecimento. A responder às solicitações de pessoas sobre aquilo que sei e espero que ajude ou dê ideias para a resolução de problemas. Hoje faço aquilo que gosto e passo a maior parte do tempo com quem gosto, em actividades de que gosto.

Sobretudo, passei a acreditar que, mesmo que tenhamos pouco espaço de manobra, com um contexto adverso e com uma condição emocional limitada, há sempre possibilidade de fazer e mudar algo. Pequenas coisas podem fazer grandes diferenças. A maior parte das vezes não é necessário grandes obras. A simplicidade é algo bonito e muito eficaz. 

Não é necessário mudar a vida toda, basta torná-la mais agradável e saber desfrutar. Nem sempre é fácil, mas é simples. Vale a pena.

Código de Ética da JD

 

 

O código de ética da JD communication foi desenvolvido ao longo de seis anos de trabalho e está de acordo com as normas internacionais das organizações de Coaching europeu e mundial.  A ética da JD é determinada pelos valores que servem de base à missão de vida dos coaches e da organização e assenta numa base muito simples: SERVIR. Estar ao serviço na promoção do bem-estar e da abertura de um maior número de possibilidades que reforcem a autonomia e a liberdade pessoal. Assim:

 

 

1. Conduta Profissional

 

a) O coach deve apenas fazer declarações públicas daquilo que faz efectivamente acerca dos seus serviços

e não produzir expectativas falsas e enganosas sobre as suas reais competências.

 

b) O coach deve identificar específica e correctamente as suas qualificações, competências, experiência, certificações e credenciais como coach.

 

c) O coach deve respeitar a autoria de conteúdos, matérias, procedimentos e metodologias, não os apresentando e anunciando como sendo seus. 

 

d) O coach deve identificar quaisquer questões pessoais que possam interferir negativamente no seu desempenho e prestação no processo de coaching. Devem por isso estar preparados para actuar de acordo com a ética, inclusive até terminar o relacionamento de coaching.

 

 

2. Conduta Profissional com Clientes

 

a) O coach deve apenas fazer afirmações e criar expectativas verdadeiras e realistas quanto ao que pode ser recebido pelos seus clientes no processo de coaching;

 

b) O coach deve honrar os acordos e compromissos assumidos no âmbito da relação de coaching;

 

c) O coach deve informar e detalhar aos seus clientes o que é o coaching e como funciona, o sigilo implícito,

o acordo financeiro e restantes detalhes referentes à relação de coaching;

 

d) O coach deve antecipadamente definir com o cliente especificidades no processo de coaching, nomeadamente no que respeita ao contacto físico e distância, tendo em conta o quadro de valores do cliente.

 

e) O coach deve manter uma relação estritamente profissional com o seu cliente, sob pena de dever interromper e dar por terminada a relação de coaching.

 

f) O coach deve respeitar o cliente quando este pretenda terminar o processo de coaching, bem como estar atento e saber identificar quaisquer sinais de que o cliente não está a tirar proveito do processo.

 

g) O coach deve assumir não estar preparado para um determinado contexto, indicando ao cliente uma alternativa, nomeadamente outro profissional ou outra empresa.

 

 

3. Sigilo Profissional

 

a) O coach deve assegurar o sigilo, a segurança e a privacidade quanto às suas notas, registos escritos ou gravados no âmbito da sua actividade profissional com os seus clientes. Qualquer divulgação deve ser anteriormente definida e contratada com o cliente.

 

b) O coach devem manter presente as políticas e princípios do sigilo e da privacidade bem como os standards de ética, conduta e qualidade de serviço, tanto aos seus clientes individuais como em contexto de formação aos seus formandos ou participantes.

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